O cão do Zéca observando a cadelita na rua da Amoreira.
LORIGA
Nasci numa pequena terra chamada Loriga, situada a 770 m de altitude na Beira alta ao meio da maravilhosa e luzente Serra da Estrela.
É uma localidade muito pitoresca, situada num vale e circundada de montanhas que encantam os nossos olhos pela a sua beleza tanto ela é rara: coberta de pinheiros, salpicada de castanheiros, mimosas, giestas, urzes e outras plantas serranas. Uma fauna e flora espectaculares!
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quarta-feira, 26 de junho de 2013
domingo, 23 de setembro de 2012
Gentes de Loriga
https://www.facebook.com/groups/gentesdeloriga/members/
LEMBRAR E DIVULGAR FOTOGRAFIAS ANTIGAS DE PESSOAS QUE NASCERAM OU VIVERAM EM LORIGA.
Este grupo acessível através de convite visa ser um espaço para recordar pessoas cuja vida constitui parte da história da Vila de Loriga, na Serra da Estrela.
Ao invés de ser um local para expor fotos da belíssima riqueza paisagística da região, pretende-se incluir fotografias, de preferência antigas, onde surjam pessoas. Dessa forma, recordamos e preservamos a memória das nossas gentes.
Este poderá ser o Álbum de Família de todos os Loriguenses. Trate-o com carinho e com respeito por todos, os vivos e os que permanecem na memória de todos nós.
Quem sabe se não irão surgir parentes ou amigos em fotos que nunca antes havíamos visto!
Carlos Pereira (com ajuda de Dulce Pinto)
LEMBRAR E DIVULGAR FOTOGRAFIAS ANTIGAS DE PESSOAS QUE NASCERAM OU VIVERAM EM LORIGA.
Este grupo acessível através de convite visa ser um espaço para recordar pessoas cuja vida constitui parte da história da Vila de Loriga, na Serra da Estrela.
Ao invés de ser um local para expor fotos da belíssima riqueza paisagística da região, pretende-se incluir fotografias, de preferência antigas, onde surjam pessoas. Dessa forma, recordamos e preservamos a memória das nossas gentes.
Este poderá ser o Álbum de Família de todos os Loriguenses. Trate-o com carinho e com respeito por todos, os vivos e os que permanecem na memória de todos nós.
Quem sabe se não irão surgir parentes ou amigos em fotos que nunca antes havíamos visto!
Carlos Pereira (com ajuda de Dulce Pinto)
domingo, 19 de agosto de 2012
Zomby World
A vida é um trajecto muito tortuoso para cada um de nós, por vezes ela nos desafia com a morte.
Mas a conexão com aqueles que infelizmente já là estão no outro mundo nunca morre.
"The Zomby World connection never dies"
Mas a conexão com aqueles que infelizmente já là estão no outro mundo nunca morre.
"The Zomby World connection never dies"
"Que é o homem, para que tanto o engrandeças ?
E de repente destruí-lo!!!"
1)Caveira no portão do cemitério novo na Nossa Senhora da Guia
2)Caveira no portão do cemitério antigo na Nossa Senhora da Guia
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Passeio numa tarde de verão
Passeio numa tarde de verão, ribeira a cima, ribeira a baixo...
Ah juventude, se me pudesses contar...
Tarde de agosto de 1983, decidimos todos, primos e primas e amigos etc, fazer uma pequena caminhada ao longo da ribeira da Nave. Para cima, para baixo...là começamos a ir para baixo, queríamos descer até Loriga ! Saltávamos de rocha em rocha como as cabras! No entanto, um dos meus primos, de repente fez um salto para trás!
"- Está aqui uma víbora ! Já não desço mais !"
"- Oh,isso não é uma víbora, é mais certo ser uma cobra-d'água-viperina !"
Pronto, acabou-se assim a expedição ! Que grandes aventureiros éramos !
Então, o resto da banda desiludida voltou para cima...
Ficamos no poço, uns a olhar os que se banhavam !
A apreciar o murmúrio da natureza...que bom quando não há ninguém para alterar este som tão melodioso !
Là vamos nós todos para baixo, direcção:Loriga
Arregaçar as calças para não as molhar...
Os heróis da serra !
Pouco tempo depois desta, caí na água, que fiquei toda molhada dos pés à cabeça!
A minha camisola está a secar !
E eles,contentes a chapinhar na água como as crianças !
Um tronco que serve de boia para o bebé grande !
Eu toda arreganhada de frio, como é possível eles poderem permanecer de baixo da água tão fria da cascata ?! Brrrrrrrrr!
"- Tà boa,anda,vem tu também!"
Ah juventude, se me pudesses contar...
Tarde de agosto de 1983, decidimos todos, primos e primas e amigos etc, fazer uma pequena caminhada ao longo da ribeira da Nave. Para cima, para baixo...là começamos a ir para baixo, queríamos descer até Loriga ! Saltávamos de rocha em rocha como as cabras! No entanto, um dos meus primos, de repente fez um salto para trás!
"- Está aqui uma víbora ! Já não desço mais !"
"- Oh,isso não é uma víbora, é mais certo ser uma cobra-d'água-viperina !"
Pronto, acabou-se assim a expedição ! Que grandes aventureiros éramos !
Então, o resto da banda desiludida voltou para cima...
Ficamos no poço, uns a olhar os que se banhavam !
A apreciar o murmúrio da natureza...que bom quando não há ninguém para alterar este som tão melodioso !
Là vamos nós todos para baixo, direcção:Loriga
Arregaçar as calças para não as molhar...
Os heróis da serra !
Pouco tempo depois desta, caí na água, que fiquei toda molhada dos pés à cabeça!
A minha camisola está a secar !
E eles,contentes a chapinhar na água como as crianças !
Um tronco que serve de boia para o bebé grande !
Eu toda arreganhada de frio, como é possível eles poderem permanecer de baixo da água tão fria da cascata ?! Brrrrrrrrr!
"- Tà boa,anda,vem tu também!"terça-feira, 5 de junho de 2012
Um vídeo que o meu primo Joaquim me tinha dedicado em 23 de dezembro de 2007, nesse momento gostei muito da sua apresentação da praia fluvial de Loriga achando-a muito original...e que hoje acho bem partilhar com os amigos de Loriga, do grupo da Praia fluvial de Loriga no FB e do universo inteiro...
Ó Quim, não fiques chateado, não ?!
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Emblema
Brasão de Loriga
Há pouco tempo recebi uma mensagem a través FB dum bairrista do bairro da Sacor na Bobadela (hoje este bairro chama-se Petrogal mas já foi nomeado noutros tempos mais recuados, bairro Salazar ). Este senhor, Henrique José Simões Dias, me fez esta pergunta que publico aqui com sua autorização :
É que eu tenho uma recordação de infância (não posso precisar, mas talvez com 6 ou 7 anos), de um senhor já com alguma idade, homem simples e bem disposto e que eu acho que andou a trabalhar no Bairro por algum tempo, mas não sei em quê. E sei que ele foi à terra dele (Loriga - da qual dizia maravilhas), e prometeu trazer prendas para os miúdos. Quando ele regressou, eu estava doente com aquelas doenças dos miúdos, e estava de quarentena sem poder sair de casa. Ora nesse tempo não havia televisão nem nada para a gente passar o tempo. E ele pediu à minha mãe para me ir ver e levou-me um livrinho para pintar, e aquilo caiu-me tão bem que ainda hoje me recordo. Então passei o resto dos dias deliciado a colorir o livrinho.
E hoje andei à procura de umas relíquias de outros tempos, e deparei-me com um emblema (tipo pin) da Loriga. Julgo que tenha sido ele que me deu, ou então ao meu irmão.
E tudo isto, para tentar saber quem era este senhor, e se trabalhou lá nas obras, nos jardins ou na apanha da azeitona, ou na poda das árvores?
Desculpe este "testamento", e desde já agradeço por qualquer ajuda que me possa prestar.
Cumprimentos.
Depois de eu lhe ter dado reposta, tornou a mandar-me mensagem :
Aqui vai o emblema de Loriga, já muitíssimo antigo !
Lindo, não é ?!
Há pouco tempo recebi uma mensagem a través FB dum bairrista do bairro da Sacor na Bobadela (hoje este bairro chama-se Petrogal mas já foi nomeado noutros tempos mais recuados, bairro Salazar ). Este senhor, Henrique José Simões Dias, me fez esta pergunta que publico aqui com sua autorização :
* Desculpe esta abordagem, mas como me convidou para o grupo Loriga,
queria perguntar-lhe uma coisa, uma vez que morou no Bairro da Sacor:
se havia mais gente dessa terra que tenha lá morado?
É que eu tenho uma recordação de infância (não posso precisar, mas talvez com 6 ou 7 anos), de um senhor já com alguma idade, homem simples e bem disposto e que eu acho que andou a trabalhar no Bairro por algum tempo, mas não sei em quê. E sei que ele foi à terra dele (Loriga - da qual dizia maravilhas), e prometeu trazer prendas para os miúdos. Quando ele regressou, eu estava doente com aquelas doenças dos miúdos, e estava de quarentena sem poder sair de casa. Ora nesse tempo não havia televisão nem nada para a gente passar o tempo. E ele pediu à minha mãe para me ir ver e levou-me um livrinho para pintar, e aquilo caiu-me tão bem que ainda hoje me recordo. Então passei o resto dos dias deliciado a colorir o livrinho.
E hoje andei à procura de umas relíquias de outros tempos, e deparei-me com um emblema (tipo pin) da Loriga. Julgo que tenha sido ele que me deu, ou então ao meu irmão.
E tudo isto, para tentar saber quem era este senhor, e se trabalhou lá nas obras, nos jardins ou na apanha da azeitona, ou na poda das árvores?
Desculpe este "testamento", e desde já agradeço por qualquer ajuda que me possa prestar.
Cumprimentos.
Depois de eu lhe ter dado reposta, tornou a mandar-me mensagem :
* Agradeço-lhe imenso as diligências efectuadas, e pode crer que ajudou
sim. Eu era muito pequenino, e também não me recordo de mais pormenores.
Mas estou em crer que ele fosse dos ranchos que vinham apanhar a
azeitona, pois julgo que isto se passou num inverno.
Quanto ao emblema aí vai (frente e costas).
Com os melhores cumprimentos.
...e só tenho é a agradecer por todo o empenho relacionado com esta minha
história de infância. E confesso que já não importa se a pergunta ficar
sem resposta, pois uma coisa fiquei a saber: nessa terra há gente boa,
ainda que anónima. Quanto ao emblema aí vai (frente e costas).
Com os melhores cumprimentos.
Se algum loriguense (ou outra pessoa que não seja de Loriga) que leia esta mensagem, tiver de qualquer forma, conhecimento deste homenzinho, agradeço desde já que me deixam mensagem ou comentário a través o blog.
Obrigada Aqui vai o emblema de Loriga, já muitíssimo antigo !
Lindo, não é ?!
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Silêncio natural
E eu gosto dela quando não há ninguém e que se pode ouvir o silêncio da natureza, aquele silêncio onde se ouve o farfalhar das folhas provocado pelo vento, o chilrear dos pássaros ao redor, a música da água que corre entre as pedras, o zumbido dos insectos quando passam pelos nossos ouvidos, aquele silêncio que nos faz sentir um bem estar interior e esquecer a feiúra da humanidade.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Quietude
Um pouco de calma antes da grande maré turística...
Praia Fluvial
Nas faldas da serra
Imponente e altaneira
Se ergue a nossa terra.
Entre urzes e pinhais,
Giestas, tojos, carquejas,
Escuto o trinar das aves,
O cantar da água,
Que salta de pedra em pedra
Desce sem temer a serra
Enchendo os poços sussurrando:
Vem, vem, vem....
Branca, pura, cristalina
D'uma frescura sem igual
Convida-te loriguense
A dela vires desfrutar.
Uma praia fluvial
Com bandeira de distinção
É orgulho que se deve
Ao nosso bairrismo sem par.
Tu,que és amante da terra
Que fica nas faldas da serra
Usa este cartão de visita,
Honra esta distinção.
Torna este lugar aprazível
Com a tua colaboração
Tudo pode ser possível.
Uma praia tão natural
E única em Portugal.
Eugenia Gomes 1999
domingo, 22 de janeiro de 2012
De lado a lado
Ao lado duma porta, há sempre uma janela, continuamos com a originalidade das lindas portas e janelas de Loriga
Fernando Melo disse...Portas e janelas,aberturas para a vida exterior e interior...
A. Moura Brito disse... ... as casas da minha infância! Uma memória de longa duração que permanece viva e atuante. Cada pedra sobreposta, é um sinal imemorial dos seus patronos e das suas vidas vividas sem cessar. Boas apostas de registo material! Obrigado...Um ab.
Emanuel disse...Por uma porta se entra numa casa , dentro dela se abre uma janela onde tudo se vê aparentemente marcadas por momentos únicos que cada um passou ,por memorias de outros tempos que o tempo se encarregou de talhar em cada uma podemos olhar como seria a historia as suas vivências que as marcaram que nos fazem recordar e nos transportam para o passado.Memorias vivas de um passado presente que nos fazem admirar cada pormenor cada detalhe ,pois são esses detalhes que as fazem únicas e originais ,um abraço
A. Moura Brito disse... ... as casas da minha infância! Uma memória de longa duração que permanece viva e atuante. Cada pedra sobreposta, é um sinal imemorial dos seus patronos e das suas vidas vividas sem cessar. Boas apostas de registo material! Obrigado...Um ab.
Emanuel disse...Por uma porta se entra numa casa , dentro dela se abre uma janela onde tudo se vê aparentemente marcadas por momentos únicos que cada um passou ,por memorias de outros tempos que o tempo se encarregou de talhar em cada uma podemos olhar como seria a historia as suas vivências que as marcaram que nos fazem recordar e nos transportam para o passado.Memorias vivas de um passado presente que nos fazem admirar cada pormenor cada detalhe ,pois são esses detalhes que as fazem únicas e originais ,um abraço
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Variações da Porta Fechada
Sempre achei que havia uma certa originalidade nas portas de Loriga
emanuel disse... E a originalidade de cada uma que nos faz parar e admirar e observar os pormenores que se destaca em cada uma , imaginar que por tras de cada porta de certeza absoluta que deve haver uma historia ou varias ao longo dos tempos da sua vida.
Fernando Melo disse... Excelente lembrança, todos passam por elas e ninguém lhes liga...
Fernando Melo disse... Excelente lembrança, todos passam por elas e ninguém lhes liga...
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