Nasci numa pequena terra chamada Loriga, situada a 770 m de altitude na Beira alta ao meio da maravilhosa e luzente Serra da Estrela.
É uma localidade muito pitoresca, situada num vale e circundada de montanhas que encantam os nossos olhos pela a sua beleza tanto ela é rara: coberta de pinheiros, salpicada de castanheiros, mimosas, giestas, urzes e outras plantas serranas. Uma fauna e flora espectaculares!
Água refrescante de Loriga. Homenagem a um grande bebedor de água, Jô, minha metade, hoje homem doente por causa do seu trabalho de merda! Grande esterco que é o amianto!
Embora beber água seja bom para a nossa saúde, beber em grande quantidade pode ser um perigo e pode igualmente alterar o nosso organismo; de facto podemos-nos tornar a ser potomaníacos. Potomania (ingestão compulsiva de grandes quantidades de água, ou na sua substituição outros tipos de líquidos) com consequências graves como a morte. Beber pra cima de 2 a 3 litros por dia começa a ser de risco!
Nos anos 2001 e 2002, anos de renovo, vários edifícios saíram de terra em Loriga. A minha impressão nesse momento era que a terra, apresentava-se como um grande site de obras de construção. E nesse sentido, tinha perdido a imagem que tinha gravada na minha cabeça, a imagem duma terra linda e pitoresca.
MINHA ALMA QUER IR EMBORA Minha alma quer se livrar de mim Não aguenta mais sofrer Chora,grita berra,fala que não mais me quer Como um soldado na guerra ela está Maltrapilha Estraçalhada Ferida,cravejada de balas Caída num canto escuro do meu ser Se rasteja por entre labirintos escoregadios das minhas entranhas Faz pacto suicida com meu coração Ilude minha mente com astúcia milenar Faz meu sangue se destilar em veneno Vozes de desalento faz timbrar Minha alma tão amargurada, apavorada ,quer fugir a qualquer preço... Quer me abandonar...
Almoço em casa dos meus avós e padrinhos, no bairro Manuel Dinis na Bobadela. Boas lembranças destes tempos onde todos nós nos reuníamos em volta da mesa. À mesa : minha avo Maria dos Anjos , meu pai José, meu tio António ,António Jorge meu irmão,meu avô Joaquim e eu Dulce
Comer sopa faz crescer, é o que sempre ouvi durante a minha infância, mas porque será que não cresci com tanta sopa?! Almoço na casa dos meus avós maternos com uma boa sopinha à maneira, feita por minha avó Maria dos Anjos Moura. Na foto: O meu avô Joaquim Alves Pereira, minha tia Isabel, meu tio António Beja, o meu irmão António Jorge, o meu pai José e eu garota.