LORIGA
quinta-feira, 8 de março de 2012
Silêncio natural
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Quietude
Praia Fluvial
Nas faldas da serra
Imponente e altaneira
Se ergue a nossa terra.
Entre urzes e pinhais,
Giestas, tojos, carquejas,
Escuto o trinar das aves,
O cantar da água,
Que salta de pedra em pedra
Desce sem temer a serra
Enchendo os poços sussurrando:
Vem, vem, vem....
Branca, pura, cristalina
D'uma frescura sem igual
Convida-te loriguense
A dela vires desfrutar.
Uma praia fluvial
Com bandeira de distinção
É orgulho que se deve
Ao nosso bairrismo sem par.
Tu,que és amante da terra
Que fica nas faldas da serra
Usa este cartão de visita,
Honra esta distinção.
Torna este lugar aprazível
Com a tua colaboração
Tudo pode ser possível.
Uma praia tão natural
E única em Portugal.
Eugenia Gomes 1999
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
As minhas meninas
Nostalgia desta minha infância esquecida
Nostalgia desta inocência que era minha
Nostalgia que não me faz esquecer estes meus sofrimentos
Que mundo ingrato este que nos tira o sonho e nos deixa apenas a saudade de recordar momentos esses que ninguém nos pode tirar .Felicidades amiga que encontres o que procuras nas tuas memorias de menina e que te faça atenuar esse sofrimento ,bjs
domingo, 22 de janeiro de 2012
De lado a lado
A. Moura Brito disse... ... as casas da minha infância! Uma memória de longa duração que permanece viva e atuante. Cada pedra sobreposta, é um sinal imemorial dos seus patronos e das suas vidas vividas sem cessar. Boas apostas de registo material! Obrigado...Um ab.
Emanuel disse...Por uma porta se entra numa casa , dentro dela se abre uma janela onde tudo se vê aparentemente marcadas por momentos únicos que cada um passou ,por memorias de outros tempos que o tempo se encarregou de talhar em cada uma podemos olhar como seria a historia as suas vivências que as marcaram que nos fazem recordar e nos transportam para o passado.Memorias vivas de um passado presente que nos fazem admirar cada pormenor cada detalhe ,pois são esses detalhes que as fazem únicas e originais ,um abraço
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Variações da Porta Fechada
Fernando Melo disse... Excelente lembrança, todos passam por elas e ninguém lhes liga...
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Rebento
emanuel disse... Tanta coisa se poderia dizer de um rebento poderíamos chamar o renovar de uma nova vida ,como se tudo começa-se de novo, o brotar de uma semente fruto de uma paixão enfim a esperança de uma nova vida que as vezes tanto procuramos.
Nuno Mendes Alves Pereira disse...linda foto,faz-me lembrar um presepio,que me transporta aos tempos da minha infancia,esta quietude da noite e como um elexier para o espirito,parabens,Dulce,bjs.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Retorno
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Jo for ever
Te dou a tua liberdade, deixando-me presa de ti.
Pouco a pouco vais desvanecer deste mundo do visível para entrar no mundo do interior do meu Eu, no coração mesmo do meu Coração.
A tua marca permanecerá indelével em qualquer caso, em qualquer lugar, em nós, em mim, em casa, na Terra como no Mar e no Universo.
Teu invólucro mortal ardeu, deixando apenas a Essência de ti mesmo, tua Alma.
Veloma Malala ako
♥♥♥
- emanuel disse... Como o tempo passa mas nada mudou dentro de si,seus sentimentos continuam intactos ,mas lembre-se que a nossa vida e apenas uma passagem transitória neste mundo de sofrimento , mas a vida do nosso espírito e eterno. Ficaram os sentimentos e recordações de quem parte são eles que nos confortam nestes dias de angústia.
- Este poema foi evocado no dia do seu funeral, dia 18 de novembro 2010 na igreja de St Abin lès Elbeuf :
-
"A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.
A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora de suas vistas?
Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...
Você que aí ficou,
siga em frente,
a vida continua,
linda e bela como sempre foi."Sto Agostinho - Poema em francês :
sábado, 29 de outubro de 2011
SOMBRAS PERDIDAS
Yo Dulce
Andar- gente de Loriga-Na Serra da Estrela
Passeio familiar-Jardin des Plantes Sotteville les Rouen
L'Armada em Rouen
Andar nas ruas da Petrogal ( Sacor ) Bobadela
Estrela de Loriga
Viveiro das trutas no Aguincho
Fonte da Telha

Passeio no SCP de Portugal
Rio Tejo-Parque das nações-Lisboa
De volta a Loriga
Final duma vida na Fonte da Telha







